Vivi muita dificuldade, dor e sofrimento em minha vida, tive uma Coach que não sabe o conceito, mas tem em sua essência. Minha mãe ensinou-me a ouvir, a pensar no outro, a acreditar que quando nos permitimos podemos qualquer coisa. Fui ensinado que sem luta não há vitória, sem persistência não alcançamos os objetivos para o qual nos propusemos. Aprendi com ela, também, que nenhum esforço é grande e nenhum fardo é pesado demais quando somos gratos e vivemos a vida com amor e dedicação.

Sempre fui motivado pelas mulheres fortes da minha família, minha avó, tias e agora minha esposa, minha maior apoiadora e incentivadora, sem falar dos meus filhos que tanto amo e dependem de mim. Eles me movem, me fazem levantar da cama pela manhã com a força e vontade de lutar, me reinventar e ser extraordinário.

Honrar e respeitar minha história, ressignificando minhas âncoras e transformando-as em raízes, como o Cortella fala: “Na vida, nós devemos ter raízes, e não âncoras. Raiz alimenta, âncora imobiliza”. Ter clareza de quem sou, quais são os meus papéis de onde vim, para onde vou, como minha vida irá impactar todos a minha volta, ter fé em mim mesmo, celebrar cada vitória e aprender com cada derrota.

Viver uma vida fora da inércia, Como bem disse Benjamin Disraeli: “A vida é muito curta para ser pequena”. Sonhar e tornar esse sonho real. Não medir esforços para ser plenamente feliz.

Transformação através do desenvolvimento do intelecto, absorvendo o máximo de conhecimento e prática, alcançando reconhecimento, respeito, sendo referência profissional com excelência. Ser ferramenta para levar transformação aos outros em todas as esferas da vida. Aproveitar a jornada ao invés de focar no destino. Impactar pessoas, despertar seus potenciais e gerar novidade de vida. Onde não havia perspectivas, haja esperança reativa. Onde não havia sonhos haja possibilidade, oportunidade na adversidade.

Entender que meu equilíbrio está em viver todos os meus papéis de forma plena em todas as suas dimensões: espiritual, física, social e mental. Aceitar que o que não posso controlar não tem controle sobre mim.

Respeitar, amar e cuidar da minha família, aceitando, sendo compreensível e calmo nas adversidades, ajudando-os a despertarem o seu melhor, criando vínculos saudáveis e compartilhando a vivência.

Cuidar e manter o corpo e a mente fortes e saudáveis. Sendo grato a Deus e meus amigos, mestres, enfim a todos que de forma direta ou indireta contribuíram para minha jornada até aqui.